sexta-feira, 7 de março de 2025

Dia Internacional da Mulher - 8 de março

O Dia Internacional da Mulher foi instituído em 1911. A data foi escolhida pela UNESCO - (Organização Mundial para a Educação, Ciência e Cultura) - para lembrar uma manifestação organizada por centenas de operárias que reivindicavam o direito à licença-maternidade, a redução da jornada de trabalho e salários iguais aos dos homens, a 8 de março de 1857, quando morreram queimadas 129 mulheres numa fábrica têxtil de Nova Iorque. No dia 8 de março comemora-se o Dia Internacional da Mulher e símbolo de emancipação feminina. E nessa ocasião, as mulheres, mães, avós e amigas são presenteadas com um ramo de flores de mimosa pelos seus amigos, filhos, maridos e netos. Esta data é ocasião ideal para as manifestações “femininas”, conferências e encontros para trazer à atenção do público os próprios direitos. Nem todos sabem, mas o dia 8 de Março é uma data escolhida, pelos movimentos feministas que retoma a 1929. Em Nova Iorque, durante o incêndio numa fábrica de tecidos, as operárias morreram sufocadas porque as saídas de emergência estavam bloqueadas pelo lado de fora.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

Autor do mês: José Jorge Letria

José Jorge Letria é um escritor, poeta e jornalista português, nascido em 1948, em Lisboa. É conhecido pela sua vasta obra literária, que abrange poesia, prosa e literatura infantojuvenil. Para além da sua carreira literária, José Jorge Letria tem uma forte ligação ao jornalismo, tendo colaborado em diversos jornais e revistas. Publicou vários livros, incluindo coletâneas de poesia, romances e obras dirigidas ao público infantil, destacando-se pela sua escrita sensível e pela abordagem de temas universais. A sua obra é reconhecida pela clareza e pela capacidade de comunicação com diferentes gerações. Para crianças e jovens, o autor publicou as seguintes edições: * Mouschi, o gato de Anne Frank, Asa, ilustrações de Danuta Wojciechowska * Corpos Celestes, Texto, ilustrações de Sandra Abafa * O Abraço de Picasso, ilustrações de R. Carlos Rebelo da Silva, 1993 * Olá, Brasil!, ilustrações de João Fazenda, 2000 * A violência explicada aos jovens... e aos outros, ilustrações de João Fazenda, 2000 * A Minha Primeira República, Dom Quixote, ilustrações de Afonso Cruz, 2009 * Henriqueta, a Tartaruga de Darwin, Texto/Leya, ilustrações de Afonso Cruz, 2009 * Galileu à Luz de uma Estrela, Texto/Leya, ilustrações de Afonso Cruz, 2009 * O Dia em que o Homem Beijou a Lua, Portugália, ilustrações de Carla Nazareth, 2009 * A Alfabeto dos Países, Oficina do Livro, Ilustrações de Afonso Cruz, 2009 * Era Uma Vez um Rei Conquistador, Oficina do Livro, ilustrações de Afonso Cruz, 2009 * Machado dos Santos-Herói da Rotunda, Texto/Leya, ilustrações de Afonso Cruz, 2010

segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

Autor do mês: Eça de Queirós

Eça de Queirós (1845–1900) foi um dos maiores romancistas portugueses do século XIX e uma das figuras centrais do realismo em Portugal. Nascido na Póvoa de Varzim, Eça formou-se em Direito na Universidade de Coimbra, mas foi na literatura e na diplomacia que se destacou. A sua obra caracteriza-se por um olhar crítico e profundo sobre a sociedade portuguesa da época, abordando questões sociais, políticas e culturais com uma grande dose de ironia e mordacidade. A sua carreira literária começou a ganhar notoriedade na década de 1870, com as suas primeiras publicações. A sua obra mais emblemática é "Os Maias" (1888), um romance que narra a decadência de uma família da alta burguesia portuguesa, retratando as falências morais e sociais dessa classe. Considerado um dos maiores romances da literatura portuguesa, "Os Maias" é uma crítica feroz ao atraso e à hipocrisia de Portugal, refletindo a sua visão desiludida do país. Outro grande romance de Eça é "O Primo Basílio" (1878), uma crítica à hipocrisia da burguesia lisboeta, centrada num caso extraconjugal e nos comportamentos morais dos seus personagens. Para além dos romances, Eça escreveu crónicas, ensaios e críticas literárias, sempre com um tom irónico e cáustico. Além da sua produção literária, Eça teve uma carreira diplomática que o levou a viver em várias cidades, como Havana e Paris. Essas experiências ajudaram a moldar a sua visão crítica da sociedade portuguesa e deram-lhe uma perspectiva mais ampla sobre as questões sociais e políticas, em particular sobre o contraste entre a modernidade e o atraso de Portugal. A sua obra foi também influenciada pelo naturalismo, um movimento literário que procurava retratar a realidade de forma científica e determinista. Eça de Queirós faleceu em 1900, em Paris, deixando um legado literário que continua a ser um marco na literatura portuguesa. O seu estilo, caracterizado pela ironia, pela crítica social e pelo realismo implacável, consolidou-o como um dos grandes nomes da literatura mundial. Os seus principais temas incluem o desencanto com a sociedade portuguesa, a crítica ao clero e à nobreza, a descrição das falências morais de uma classe média emergente e as relações humanas dominadas pelo egoísmo e pela hipocrisia. A sua obra permanece relevante, não só pela sua qualidade literária, mas também pela sua capacidade de refletir sobre questões sociais universais. Algumas obras de Eça de Queirós: Os Maias (1888) O Primo Basílio (1878) A Relíquia (1887) O Mandarim (1880) Cartas de Inglaterra (1869) O Crime do Padre Amaro (1875) As Farpas (1871-1872) A Correspondência de Fradique Mendes (1900)

quarta-feira, 6 de novembro de 2024

"Hakuiky no Reino das Maravilhas"


No dia 25 de outubro, os escritores Rosa Barroso e Tiago Barros vieram à nossa escola apresentar a sua obra "Hakuiky no Reino das Maravilhas". Demos a volta ao mundo e descobrimos muitas culturas e tradições pela mão das personagens. Foi muito enriquecedor!

Sessão de Poesia


 A Biblioteca Escolar foi palco de poesia de Arnaldo Antunes onde se cruzaram várias artes. Um bonito momento realizado pelos alunos do grupo de teatro que declamaram poemas para homenagear o escritor brasileiro.  "O Espelho", "A Chuva", "As coisas" foram alguns dos textos poéticos selecionados.  

segunda-feira, 21 de outubro de 2024

Arnaldo Antunes - "Escritaria"


Arnaldo Antunes é um poeta, cantor e compositor brasileiro, nascido a 2 de setembro de 1960, em São Paulo. É conhecido pela sua inovação poética e musical, misturando letras profundas com ritmos variados.

Antunes começou a sua carreira artística nos anos 1980, integrando o grupo de rock Titãs, onde se destacou como letrista. Ao longo dos anos, desenvolveu uma carreira a solo que o levou a explorar diferentes géneros, como MPB e rock alternativo. A sua formação em Artes Plásticas também influencia o seu trabalho, refletindo-se na sua abordagem estética e visual.

Arnaldo Antunes publicou diversos livros de poesia, como "A Palavra Futura" e "O Livro dos Mapeamentos", que mostram a sua habilidade em brincar com a linguagem e a forma.

quarta-feira, 9 de outubro de 2024

Programa MIBE


A Biblioteca Escolar promove várias atividades no âmbito do MIBE 2024: Exposição de ilustração de Elsa Fernandes, Declamação de poemas e momento musical em homenagem a Arnaldo Antunes, no âmbito da Escritaria 2024, encontro com a escritora Rosa Barroso... 

Dia Internacional da Mulher - 8 de março

O Dia Internacional da Mulher foi instituído em 1911. A data foi escolhida pela UNESCO - (Organização Mundial para a Educação, Ciência e C...